• ENTREVISTA A MARCO PEREIRA- DO PARAÍSO PARA O “PARAÍSO”

ENTREVISTA A MARCO PEREIRA- DO PARAÍSO PARA O “PARAÍSO”
ENTREVISTA A MARCO PEREIRA- DO PARAÍSO PARA O “PARAÍSO”
22 Junho 2017

ENTREVISTA A MARCO PEREIRA- DO PARAÍSO PARA O “PARAÍSO”

Marco Pereira, guarda-redes português de 30 anos vai reforçar as redes do CD Santa Clara a próxima temporada. Lê aqui, em exclusivo, as primeiras declarações do Marco enquanto jogador do nosso clube!

Engana-se o nosso leitor, se pensar que houve um erro no título desta entrevista. Não houve, é propositado e passamos a explicar. Marco Pereira, 30 anos, guarda-redes desde que se conhece, formado no Boavista. O antigo guarda-redes do Freamunde, Trofense e Feirense, nasceu em Paraíso, Castelo de Paiva. Marco Pereira não vai voltar para a terra que o viu nascer mas é como se fosse. Na próxima temporada estará ao serviço do CD Santa Clara, nos Açores, o pequeno paraíso de Portugal.

 

Marco, depois de duas boas temporadas ao serviço do Freamunde, fará parte do plantel do CD Santa Clara. Foi fácil a escolha?

 

Marco Pereira: O CD Santa Clara abordou-me ainda não tinha terminado a época, numa fase em que ainda não existiam quaisquer propostas, algo que demonstra que o clube estava mesmo interessado em mim. Aliado a isto, apresentaram-me um projeto aliciante e este facto influenciou muito a minha decisão de vir para aqui.

 

Como se define como guarda-redes?

 

MP: No meu trabalho gosto de transmitir confiança aos meus companheiros. Considero-me um guarda-redes discreto, não gosto de defesas para o exibicionismo.

 

O guarda-redes funciona como uma espécie de anti-heroí no jogo de futebol. Sente isso, no jogo? Sente essa felicidade ao negar um golo a um avançado?

 

MP: O meu trabalho é “guardar” a baliza da equipa que represento. Se isso é ser anti-heroi, então espero sê-lo muitas vezes (risos). E sim, é sempre importante para a equipa e é uma boa sensação negar um golo.

 

Concorda com a ideia de que, no futebol atual, um guarda-redes deverá ter um bom jogo de pés?

 

MP:  Concordo sim. É muito importante, nos dias de hoje, o jogo de pés mas existem outros fatores não menos importantes como a comunicação e o posicionamento na baliza.

 

O que conhece do clube que vai agora representar?

 

MP: Já conhecia como adversário. Agora tenho tentado vir a conhecer ainda mais. Sei que é um clube com um historial rico e acho que isso é muito positivo.

 

O facto de já ter trabalhado com o treinador do CD Santa Clara motivou-lhe a vir para aqui?

 

MP: O que me motivou mesmo foi o projeto do clube. Temos um projeto muito ambicioso. O treinador faz parte desse projeto e isso é claro que ajuda sempre.

 

Como classifica o nosso técnico, Carlos Pinto?

 

MP: A sua característica principal, no meu ponto de vista, é a exigência no trabalho diário incutindo a cada um de nós,jogadores, o sentido de responsabilidade para um bom desempenho diário e principalmente nos jogos, que é o mais importante. Na minha opinião, um bom treinador.

 

O que pode prometer aos adeptos açorianos?

 

MP: O que posso prometer é essencialmente muito trabalho diario, dedicação e empenho. Ajudar jogo após jogo, o CD Santa Clara a cumprir os objetivos delineados para esta época, queremos fazer estes adeptos felizes.

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