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«Não tenho palavras para descrever a alma desta equipa»

«Já não tenho palavras para descrever a alma desta equipa!»

 

Mário Silva enfatizou o tremendo orgulho no grupo de trabalho depois do empate em Braga.

 

Como tem vindo a ser hábito, fruto do trabalho diário que todo o grupo do CD Santa Clara vai realizando, Mário Silva enfatizou o orgulho que tem nos jogadores. Depois do empate sem golos no Estádio Municipal de Braga, frente ao SC Braga, os Bravos Açorianos somam 26 pontos.

 

Em dois momentos distintos Mário Silva galvanizou a prestação do plantel e toda a equipa técnica, ressalvando o esforço gigante da equipa que, tal como em Barcelos, terminou com 9 jogadores em campo.

 

Num primeiro momento, na flash:

 

«Sou-lhe sincero: já nem tenho palavras para descrever a alma desta equipa. Onze para onze fomos muito competitivos, com muita qualidade no nosso jogo e a pressionar o Braga, algo que é difícil, e criamos oportunidades e situações de golo. Deixa-me um sentimento de orgulho. Ver os meus jogadores, primeiro com 10 e a atacarem, e depois com nove. Lógico que aí deixamos de atacar, mas defendemos com muita alma. Seguramos um ponto que para nós é importante. Sabíamos que ia ser muito difícil jogar e tirar pontos daqui, frente a um Braga fortíssimo», referiu Mário Silva, que prosseguiu.

 

«Os jogadores estão claramente de parabéns. Temos muitas dificuldades e adversidades e, mesmo assim, estes jogadores nunca viram nem vão virar a cara à luta! Aconteça o que acontecer até ao fim vamos ter sempre um Santa Clara ambicioso, forte, com personalidade e, acima de tudo, com muita alma. Foi isso que aconteceu aqui hoje neste estádio.»

 

Posteriormente, na sala de imprensa do Estádio Municipal de Braga:

 

«A grande atitude e alma que tem esta equipa contra todas as adversidades e contrariedades, estamos lá em todos os momentos. Com menos um, menos dois, a equipa está lá. A equipa deu uma excelente resposta e tenho de enaltecer, mais do que qualquer coisa, estes jogadores. Como sabem o campeonato é muito difícil e os jogos são uma luta grande e os jogadores trabalharam muito para estar a 100%. Como vocês devem calcular, a primeira intervenção terá de ir para os jogadores. Fantástica atitude e personalidade. Sabíamos que ia ser difícil jogar aqui contra uma equipa tão forte, mas tínhamos a intenção de vir cá ganhar. Não nos remetemos ao processo defensivo e transição, quisemos assumir [o jogo] também. Queríamos em muitos momentos estar por cima, e nesses momentos, criar oportunidades.»

 

Mário Silva voltou a frisar «a alma» da equipa, o que vai fazer com que todos «melhores amanhã do que são hoje», rumo à conquista dos objetivos da equipa «o mais rápido possível», de acordo com o treinador que, bem, enfatizou que nos últimos 8 jogos na Liga Portugal o Santa Clara perdeu apenas por uma vez.

 

«É importantíssimo para mim – e digo de sentimento – que valorizem o trabalho destes jogadores. Desde que nós chegamos [Mário Silva e João Carvalho] encontramos uma equipa técnica que já vinha a assumir a equipa há alguns jogos e muito bem. Junto com o Tiago Sousa, Accioly, Serrão, Rodrigo e Miguel criamos aqui uma equipa técnica à imagem do clube, que quer valorizar os jogadores. Propusemos a nossa ideia aos jogadores e foi bem aceite. Dentro de uma adversidade tremenda vocês, que têm visto os jogos do Santa Clara, é de valorizar o compromisso que estes jogadores têm tido.»

 

O Santa Clara regressa ao Estádio de São Miguel no próximo domingo, 6 de março, às 19h30. Os açorianos defrontam o FC Vizela em partida relativa à 25ª jornada da Liga Portugal bwin.

«Temos de estar ao nosso máximo»

«Temos de estar ao nosso máximo e concretizar as nossas oportunidades»

 

Mário Silva começou a conferência de imprensa com um apelo à paz.

 

O treinador do CD Santa Clara marcou presença na sala de imprensa do Estádio de São Miguel para antever o duelo com o SC Braga, começando, antes, por deixar uma importante mensagem de paz devido à situação de guerra na Europa. «Quero deixar uma mensagem acima de tudo, acima das nossas vidas e preocupações profissionais, de paz. O meu desejo é que tudo o que se está a passar na Ucrânia acabe rapidamente e que a paz exista e seja algo que nos leve para o bem. Sabemos que existe tanta coisa má na vida… fome, doenças… isto é provocado por nós, seres humanos, e é evitável. O mais importante desta conferência é deixar, da minha parte e do clube, uma mensagem de paz e que isto termine o quanto antes. Nestas situações, infelizmente, quem paga a fatura são os inocentes. Todos nós temos família e amigos, e uma palavra de solidariedade a quem está a sofrer com isto.»

 

Depois da primeira e sentida mensagem, Mário Silva congratulou o emblema bracarense pelo acesso aos oitavos de final da Liga Europa, ao derrotar o Sheriff nas grandes penalidades na última quinta-feira. Sobre o jogo da próxima segunda-feira, o técnico espera o clube açoriano ao seu melhor nível: «Vamos dar o nosso máximo como sempre. Tenho dito que o empate, vitória e derrota estão muito curtos e tudo pode acontecer. Temos sempre como ambição ter bons desempenhos coletivos, onde possam sobressair as individualidades, e, segundo, lutar pelo resultado. Importante para nós é conquistar os 3 pontos, sabendo que estamos a falar de um clube [SC Braga] que neste momento podemos apelidar já de ‘grande’, uma vez que tem crescido muito nos últimos anos e que o nosso grau de dificuldade no próximo jogo vai ser elevadíssimo pela consistência do adversário, que pratica bom futebol.»

Falando do técnico adversário, Mário Silva apelidou a ideia de jogo de Carlos Carvalhal como «positiva e atrativa», referindo que o Santa Clara terá que ser eficaz na deslocação a Braga, aproveitando da melhor forma as oportunidades que terá ao dispor. O técnico do Santa Clara refutou ainda que o volume de jogos do SC Braga será um aspeto importante no próximo jogo, uma vez que o plantel tem «opções» e que qualquer gestão de Carvalhos Carvalhal não irá resultar numa grande diferença coletiva.

 

Sobre a mensagem que Mário Silva passou ao grupo, relativa ao próximo jogo, o técnico foi perentório: «Como sempre, trabalhar diariamente no campo todos os nossos aspetos fundamentais e, como é lógico, mesmo nós não tendo ganho o último jogo, o nosso rendimento tem sido positivo. Mesmo não tendo a vitória no último jogo como motivação temos o desafio do próximo jogo como uma nova oportunidade de fazermos melhor, e é nesse sentido que trabalhamos.»

 

«Da nossa parte podem ter a certeza que vai haver períodos em que vamos estar em zona mais baixa e zona mais alta. O nosso objetivo não é momento defensivo e transição defesa-ataque, mas sim fazer de todos os momentos do jogo positivos para nós, de praticar um futebol positivo. Às vezes a equipa baixa por imposição do adversário, tal como o contrário, é normal que aconteça. Desde que estou aqui, com cautelas defensivas sempre, mas nunca mudando comportamentos por jogar contra o clube A, B ou C, mas sim, muitas das vezes, remetendo para um processo defensivo mais exigente mediante o que o adversário provoca. Da nossa parte há sempre a motivação e ambição de ter um jogo positivo, ofensivo, mas sabemos que durante o jogo vamos passar por todos os momentos.»

 

Os Bravos Açorianos deslocam-se ao terreno do SC Braga na próxima segunda-feira, às 19h15, em partida respetiva à 24ª jornada da Liga Portugal.

«Acho que me adaptei muito bem à Liga»

Aos 23 anos, e na a terceira temporada contratualmente ligado ao Santa Clara, Ricardinho finalmente mostra todo o seu talento no principal escalão do futebol português com a camisola do Santa Clara. O ‘mágico’, como tem sido várias vezes apelidado durante a época, tem 4 golos e uma assistência pelo emblema insular. O que os números não mostram, contudo, é uma enorme consistência em desequilibrar no último terço, uma fenomenal qualidade técnica e, quando solicitado, uma tremenda solidariedade defensiva.

 

Na época passada, Ricardinho representava o Torreense do Campeonato de Portugal. Antes atuou pelo Praiense.

 

Cedido ao emblema de Torres Vedras foi não só um dos grandes destaques do Campeonato de Portugal, que agora passou a ser o 4º escalão do futebol português, como justificou a presença definitiva no plantel do Santa Clara, aquando do começo da pré-temporada. Num ano a vida e carreira de Ricardinho mudaram completamente e, voltando a residir em São Miguel e com a estreia absoluta na Primeira Liga, o extremo falou ao departamento de comunicação do Santa Clara, falando nas diferenças que encontra entre os escalões e as realidades competitivas: «Acho que me adaptei muito bem, com a ajuda dos meus colegas de equipa e de toda a estrutura do Santa Clara. Senti que na Primeira Liga é preciso manter os níveis de concentração do início ao fim e o aspeto tático é muito importante, no CP por vezes os jogos são mais físicos e às vezes o espaço torna-se mais pequeno, levando a que tenhamos de decidir mais rápido», começou por dizer.

 

«Foram épocas muito importantes no Campeonato de Portugal e como eu cheguei à Primeira Liga, existem muitos mais com qualidade e capacidade para o fazer também», concluiu, deixando a mensagem para atletas que ambicionem, como Ricardinho, dar o ‘salto’ competitivo.

 

Estreia na Europa e três prémios de ‘Homem do Jogo’ depois

 

Numa temporada em que o Santa Clara já efetuou alterações no seu corpo técnico, Ricardinho foi gradualmente conquistando o seu espaço na formação dos Bravos Açorianos. Depois de duas cedências em que acabou por rumar a Praia da Vitória e Torres Vedras, o portuense já soma 32 partidas oficiais pelo clube e, além de se ter estreado na UEFA Europa Conference League, foi opção em todas as 4 competições que os açorianos disputaram esta temporada.

 

Eleito ‘Homem do Jogo’ nas partidas da 12ª, 19ª e 23ª jornada do campeonato, frente a Estoril Praia, Moreirense e Portimonense, respetivamente, Ricardinho teve um impressionante rol de 3 jogos consecutivos a marcar. Assistido por Lincoln, depois de trabalho do brasileiro, estreou-se a marcar na Primeira Liga com o golo que carimbou a vitória frente ao Sporting, por 3-2. Seguir-se-iam outros dois tentos frente a Tondela e Moreirense, e providenciou a primeira assistência na presente edição do campeonato frente ao Portimonense.

 

Quer como opção inicial — algo que tem acontecido com frequência — ou como suplente utilizado, com a óbvia função de mexer com o jogo e aproveitar possíveis espaços, Ricardinho vai tendo uma temporada inaugural de sonho pelo Santa Clara.

“Uma época de adaptação à vida numa ilha…”

FOTO: Praiense SC

 

De Vila do Conde para os Açores… mas não para São Miguel.

 

Dos sub-23 e equipa B do Rio Ave, Ricardinho foi contratado pelo Santa Clara em 2019, mas acabou cedido ao Praiense. Ainda no arquipélago dos Açores, o português teria uma época de aprendizagem e com bom aproveitamento, mas que nem sempre foi a mais fácil. «Foi uma época de adaptação à vida numa ilha em que apanhei um grupo de jogadores e equipa técnica com um caráter muito forte que me ajudaram a adaptar da melhor forma, numa época em que nem tudo foi fácil. Apesar disso foi uma época muito positiva marcada pela pausa devido ao COVID, quando a equipa se encontrava em primeiro da série com 12 pontos de vantagem.»

 

No final de contas, depois de 5 temporadas em Vila do Conde, Ricardinho contabilizou 16 jogos e 4 golos pelo emblema açoriano. Na temporada seguinte ainda passaria por outro desafio antes de se estabelecer no plantel do Santa Clara, um que se relevou de enorme importância para o seu desenvolvimento…

«Lembro-me do Torreense com muito carinho. Tenho-os sempre no meu coração.»

FOTO: SCU Torreense

 

O agradecimento a uma figura com história no Santa Clara

 

Ainda no Campeonato de Portugal, mas em Torres Vedras, Ricardinho encontrou um nome inconfundível no futebol nacional que já tinha orientado o Santa Clara: Filipe Moreira. Com vasta experiência como técnico no escalão, o extremo de 23 anos menciona o mister como um dos responsáveis pela campanha na época passada. «Foi talvez a minha melhor época em termos de números e a época em que posso considerar que o meu crescimento foi enorme, e muito se deve a toda a estrutura do Torreense, aos adeptos, a todos os meus companheiros, ao mister Filipe Moreira e respetiva equipa técnica», referiu.

 

Um dos destaques da formação de Torres Vedras, fez 10 golos e uma assistência numa temporada em que, como o próprio indica, só faltou a subida: «Estivemos muito perto da subida e penso que foi a única coisa que faltou para ser perfeita. Lembro-me sempre do Torreense com muito carinho e tenho sempre o clube no coração.»

 

Depois de prestações impressionantes, o seu talento não iria passar despercebido.

«Vivo um momento muito bom» 

A estreia… e logo na Europa!

 

Quantos jogadores podem dizer que, no espaço de menos de dois meses, passaram de um campeonato e escalão semiprofissional para disputar as competições europeias?

 

A 30 de maio de 2021, Ricardinho disputou o seu último jogo pelo emblema de Torres Vedras frente ao Vitória FC. A 22 de julho do mesmo ano, após integrar em pleno o trabalho de pré-temporada do Santa Clara, o ‘mágico’ estreou-se oficialmente pelos Bravos Açorianos… na Europa. Lançado nos últimos minutos da partida em território macedónio, frente ao Shküpi, o português carimbava assim uma estreia de sonho pelo clube, pelo resultado e significado da partida.

 

Com 32 jogos realizados e uma assistência na última partida do Santa Clara, Ricardinho assume que vive um bom momento e, sob a orientação de Mário Silva, ambiciona mais e melhor para o grupo de trabalho: «Estou a viver um momento muito bom, com muitos minutos e a conseguir somar golos e assistências, muito se deve à estabilidade que a equipa atravessa também. Quero continuar a trabalhar e com a confiança em alta para conseguir sempre mais e melhor.»

«Os 100 jogos significam muito»

«Os 100 jogos pelo Santa Clara significam muito. Este clube abriu-me as portas e acreditou em mim.»

 

Lincoln abriu o livro sobre o marco simbólico que alcançou ao serviço do CD Santa Clara, perspetivando ainda o duelo frente ao SC Braga.

 

O mago Lincoln marcou presença na sala de imprensa do Estádio de São Miguel, no qual abriu o livro sobre os sentimentos experienciados ao chegar à marca dos 100 jogos pelo Santa Clara — apenas Marco Pereira tinha chegado a esse número no atual plantel açoriano – e perspetivou o duelo frente ao Sporting de Braga, agendado para a noite da próxima segunda-feira, em território minhoto.

 

«É uma marca muito gratificante para mim e estou muito feliz por atingir esse e outros objetivos. Estes 100 jogos significam muito para mim porque vêm num momento em que muitos clubes não acreditaram em mim, fecharam-me as portas. Este clube abriu-me as portas e confiou na minha capacidade e potencial. É como costumo dizer: a única forma que tenho de retribuir [a confiança] é dando o meu melhor dentro de campo, dando o melhor de mim para ajudar os meus companheiros em prol do clube», começou por assinalar o brasileiro em conferência de imprensa.

 

«Acredito que tive um desenvolvimento muito grande nas 3 épocas em que cá estou e graças a Deus cada época foi melhor que a outra. Esta tem sido a melhor, pelos números, mas os objetivos ainda não estão cumpridos, então tomara que consigamos primeiro fechar os nossos objetivos e fechar este ciclo com chave de ouro», completou Lincoln. «Sinto-me muito grato a este clube que me abriu as portas quando outros fizeram o contrário, digo isto de verdade. Hoje falo com um orgulho enorme de estar grato por estar aqui neste clube que acreditou em mim. Acho que não há melhor forma de agradecer do que dentro do campo, a dar o meu melhor e a ajudar o clube.»

 

Assinalando que está «numa fase muito boa da sua vida e carreira», Lincoln diz que não deixa «fatores externos» influenciar o seu desempenho dentro de campo, focando única e exclusivamente nos objetivos do clube. O brasileiro afirma que a busca do Santa Clara nesta temporada tem sido «a da estabilidade», algo que o brasileiro assinala ser «recorrente em diferentes clubes», e que o grupo de trabalha diariamente para estabilizar a sua prestação desportiva.

 

«Acho que exijo o máximo de mim, bem como todos os jogadores e treinadores. Graças a Deus – eu particularmente – estou a exigir mais de mim próprio, o que acho que é um ponto fundamental para a minha temporada. Em relação ao jogo do Braga, podemos esperar uma entrada forte do Santa Clara, uma equipa que vai em busca dos 3 pontos independentemente do adversário, sabendo que o Braga é uma das equipas mais fortes da Liga. Independentemente do jogo, vamos entrar na partida a respeitar o adversário, mas à procura dos 3 pontos que é o mais importante.

Bilhetes: CD Santa Clara x FC Vizela

A Santa Clara Açores – Futebol SAD informa que, a partir de quinta-feira, 24 de fevereiro, irá começar a venda de ingressos para o jogo da 25ª jornada da Liga Portugal bwin, frente ao Vizela FC, na loja oficial do clube.

 

Início da venda de ingressos

 

  • 5ª feira – Sócios CD Santa Clara
  • 6ª feira – Público em Geral

 

Horários dos locais de venda

 

LOJA OFICIAL

2ª feira a 6ª feira – 9h00 às 17h30

Sábado – 10h00 às 14h00

Fechado nos domingos e feriados

 

ESTÁDIO DE SÃO MIGUEL

Domingo (dia de jogo) – a partir das 16h30

 

SÓCIOS CD Santa ClaraSócio Adulto
Sócio Criança
Bancada Central Coberta5€3€
Bancada Central (sem cobertura)4€2€
Bancada Açores3€2€

 

Público Geral
Adultos
Crianças
Bancada Central10€5€
Bancada Central (sem cobertura)8€4€
Bancada Açores7,5€2.5€

 

MANTENHA-SE SEGURO

 

Siga sempre as regras dos responsáveis no Estádio:

 

  • Apresente à entrada Teste RT-PCR efetuado nas 72 horas anteriores ou teste rápido de antigénio nas 24 horas anteriores, com resultado negativo [e respetivo comprovativo, obrigatório].
  • Use sempre a sua máscara;
  • Utilize única e exclusivamente o lugar que lhe está destinado, independentemente da situação climatérica;
  • Mantenha, em todas as situações, sempre as distâncias mínimas de segurança;
  • Respeite a etiqueta respiratória;
  • Garanta a correta higienização das mãos;
  • Siga e respeite sempre os trajetos assinalados no Estádio, através da respetiva sinalética;
  • Respeite em todos os momentos as indicações das Autoridades de Segurança e de Organização do Jogo;
  • Esteja atento às indicações do Speaker e respeite sempre as mesmas;
  • Evite levar para o recinto desportivo objetos passíveis de serem utilizados como arma de arremesso.

Morita completa 50 jogos pelo Santa Clara

Morita chega aos 50 jogos pelo Santa Clara.

 

Guerreiro nipónico alcançou a meia centena frente ao Portimonense na última segunda-feira.

 

No futebol português há pouco mais de 12 meses, Hidemasa Morita alcançou na última segunda-feira o simbólico marco dos 50 jogos ao serviço do Santa Clara. O japonês chegou, viu e venceu na sua carreira em Portugal, tornando-se um nome com impacto nos insulares desde a sua chegada: na estreia deu a vitória em Vila do Conde, frente ao Rio Ave FC. Com esse bom presságio, o nipónico tem sido consistentemente uma figura de relevo no clube e no futebol nacional.

 

Reforço de janeiro na temporada 20/21, o internacional japonês cunhou o jogo 50 pelo Santa Clara frente ao Portimonense SC na última segunda-feira. Quase de forma poética alcançou a marca sob o olhar atento de Hajime Moriyasu, selecionador nacional japonês, que viajou com dirigentes da Japan Football Association (JFA) para assistir ao último embate caseiro do Santa Clara. Para surpresa de ninguém Morita voltou a encher o campo, algo que é seu apanágio desde que chegou ao futebol ocidental.

 

Contratado ao Yokohama FC, clube no qual era capitão e foi campeão do seu país, Morita apostou em si próprio e no projeto dos Bravos Açorianos e, 50 jogos depois, conta com várias exibições de elite, bem como 4 golos e 3 assistências. Tornou-se no último ano, inclusive, um regular da seleção japonesa: desde que chegou a Portugal, o médio natural de Osaka somou 11 internacionalizações  e 2 golos pelos ‘Samurai Blue’.

 

Profissional fantástico que se recusa a dar menos que o seu absoluto máximo, quer no treino, quer em jogo, felicitamos o atleta pela meta marcante na sua carreira.

Lincoln completa 100 jogos pelo Santa Clara

Lincoln chega à centena de jogos pelo Santa Clara.

 

Marco na carreira do brasileiro foi consumado na última segunda-feira.

 

Apenas o 2º jogador do atual plantel do CD Santa Clara a chegar aos 100 jogos pelos Bravos Açorianos, o virtuoso Lincoln alcançou o marco na última segunda-feira, frente ao Portimonense SC. Como não podia deixar de ser, naquela que foi mais uma exibição de grande nível de sua parte, coroou o dia inesquecível com um golo frente ao conjunto algarvio. Numa partida naturalmente emocionante, e com apoio incondicional no Estádio de São Miguel, o médio criativo não esconde a gratidão que tem por alcançar essa meta, em declarações ao departamento de comunicação do clube.

 

«Sou grato a Deus todos os dias por me dar a oportunidade de fazer o que eu mais amo e por me permitir chegar a esse feito marcante na minha carreira», começou por dizer o internacional jovem pelo Brasil. «Agradeço ao clube por acreditar e confiar no meu futebol quando muitos não acreditavam, a melhor forma que tenho de retribuir é dentro de campo dando sempre o meu máximo em prol do clube.»

 

Craque dentro do campo, estando nesta época a produzir o seu melhor futebol e números pelo emblema insular, Lincoln já tem, em 2021/2022, mais contribuições de golo (14) que nas últimas duas temporadas (13). É também uma evolução notória de um profissional dedicado, exímio ser humano e homem de família que, de jogo para jogo, revela ainda maior maturidade e espírito de sacrifício para com todo o grupo de trabalho. É, por isso mesmo, e qualquer adepto concordará, um verdadeiro Bravo Açoriano.

«Sinto-me lisonjeado por viver nos Açores»

Lincoln no seu primeiro jogo pelo Santa Clara, frente à Belenenses SAD, em agosto de 2019

 

Vencedor da Copa Libertadores pelo histórico Grémio de Porto Alegre, clube no qual era um dos jovens mais promissores, Lincoln entrou muito jovem em cena e foi aposta para os sub-17 do Brasil poucas semanas depois de completar 16 anos, chamado por Caio Zanardi e completo a estreia oficial pelo escalão em novembro de 2014. É natural que, aquando da sua chegada ao futebol português – na Europa já tinha alinhado pelos turcos do Caykur Rizespor entre 2017 e 2018 -, as expectativas fossem altas.

 

Na primeira temporada em Portugal fez 34 jogos e carimbou 7 assistências, mostrando de imediato a visão de jogo e entendimento bem acima da média com os colegas e com o que o jogo lhe pedia. Até porque, e como tem relevado especialmente nos últimos meses, o brasileiro é um médio ofensivo extremamente completo em ambos os momentos e com uma polivalência extremamente valiosa de acordo com o momento em que a partida se encontra. Estreou-se pelo Santa Clara a 25 de agosto de 2019, em vitória frente à Belenenses SAD, com uma diferença gritante em comparação aos dias de hoje: chegou com a camisola número 17.

«Um joker de classe mundial»

Assim descreveu um órgão de comunicação social a exibição do brasileiro frente ao Portimonense

 

Na terceira época ao serviço do Santa Clara e com a bandeira dos Açores ao peito, e restassem dúvidas, Lincoln encontrou o seu melhor futebol e a consistência para que a sua qualidade sobressaia numa base semanal. Juntou a veia goleadora à sua propensão a realizar passes de outro mundo e vai com 6 golos e 8 assistências, numa altura em que o campeonato ainda tem sensivelmente um terço dos seus jogos por realizar.

 

Desde a sua estreia, além do número da camisola (optou pela clássica ‘camisa 10’), a família cresceu: Henrico, filho mais novo do craque brasileiro, nasceu em São Miguel. É mais um aspeto que faz com que o virtuoso sul-americano trate os Açores como a sua segunda casa. «Sinto-me lisonjeado por viver nos Açores, uma região que me abraçou e abraçou a minha família, e se tornou ainda mais especial com o nascimento do meu filho Henrico cá», revela.

 

Em nome de toda a instituição, agradecemos a Lincoln pela dedicação e exemplar profissionalismo, congratulando-o por chegar à marca de 100 jogos pelo Santa Clara.

«Queremos sempre mais e melhor»

«Eu e os jogadores somos um só, com a ambição de querer sempre mais e melhor»

 

Mário Silva analisou o empate (1-1) registado frente ao Portimonense.

 

Findada a partida que fechou a 23ª jornada da Liga, Mário Silva marcou presença na sala de imprensa do Estádio de São Miguel para analisar o empate frente ao Portimonense. O técnico do Santa Clara lamentou que a equipa não selasse o resultado com as oportunidades que dispôs na seguinte e referiu que o «1-0 é perigoso». Na opinião do técnico do Santa Clara, caso uma das claras oportunidades se tivesse materializado no 2-0, que era muito provável conseguir «os 3 pontos».

 

Mário Silva elogiou o adversário, que respondeu positivamente à desvantagem na 2ª parte, mas mostra-se confiante nos futuros compromissos: «Do outro lado tínhamos uma equipa que a jogar fora de casa é uma equipa muito competente, muito robusta do ponto vista físico e muito robusta do ponto vista aéreo. Sabíamos que ia ser difícil como todos os jogos são difíceis. Agora, queríamos ganhar. Trabalhamos diariamente para ganhar e em casa era importante conseguirmos os três pontos. Agora, sabemos que isso é uma luta muito grande. Há muitos pontos em disputa. Não estamos satisfeitos. Podemos dizer que perdemos dois pontos, mas também podemos dizer que acabamos por somar mais um ponto nesta luta.»

 

Esclarecendo que Mikel Villanueva não figurou na convocatória devido a um problema físico no joelho e que se mostra contente pelo regresso de Allano à competição, e pelo facto de contar agora com o brasileiro completamente integrado no seu grupo de trabalho, Mário Silva prefere, contudo, enfatizar o grupo como um todo: «Realçar não só esses dois jogadores, mas todo o plantel. Hoje ficaram jogadores de fora que me dói o coração porque todos trabalham muito diariamente e tiveram que ficar de fora. Somos uma equipa forte e competitiva e em que todos os setores possamos ter a maior competitividade possível. É isso que queremos. As coisas estão a correr bem, a meu ver. Estão tristes hoje porque queriam presentear os adeptos com 3 pontos, é verdade, mas a luta e o trabalho continuam. Amanhã será outro dia e vamos começar a preparar o próximo jogo.»

 

Não concordando com a acessão que o Santa Clara devia ter defendido a margem mínima, o treinador explica a discordância: «Não tenho essa mentalidade. Quando era jogador queria sempre mais e, como treinador, também quero sempre mais. Às vezes pode ser importante ‘fechar a casa’, mas neste caso não. A equipa está motivada, tem ambição e eu da minha parte só tenho de fazer o que o sentimento me diz: não estar satisfeito e querer sempre mais. Sei que no futebol temos de ser pragmáticos, mas para mim a ambição é muitas vezes maior que o pragmatismo. Fiquei triste por perder os pontos, mas muito feliz por chegar ao balneário e ver um velório com os jogadores de cabeça em baixo, tristes… porque não conseguiram ganhar o jogo! Isso demonstra a ambição, o caráter e a personalidade deles todos. Junto com eles somos um só, temos a ambição de querer sempre mais e melhor. Estamos de consciência tranquila de que tudo fizemos para conquistar a vitória.»

 

O Santa Clara volta a entrar em campo na segunda-feira, 28 de fevereiro, às 19h15, visitando o reduto do SC Braga.

Santa Clara Açores – Futebol, SAD recebe a Japan Football Association

Santa Clara Açores – Futebol, SAD recebeu, em São Miguel, comitiva da Japan Football Association (JFA).

 

A Santa Clara Açores – Futebol, SAD reuniu-se, na última segunda-feira, com a comitiva da Japan Football Association (JFA), constituída pelo seleccionador nacional Hajime Moriyasu, o diretor Naoki Tsumura e subdiretor Yuya Takaji.

 

Acompanhados pelo diretor geral da Santa Clara Açores – Futebol, SAD, Orhan Simsek, e pelo presidente do CDSC, Ricardo Pacheco, os dirigentes nipónicos conheceram a loja oficial e instalações do clube, alguns pontos de relevo da ilha de São Miguel e assistiram ao jogo da 23ª jornada da Liga Portugal entre CD Santa Clara e Portimonense SC.

 

Com Hidemasa Morita – que cumpriu o seu 50º jogo pelo clube – e Kyosuke Tagawa como membros importantes na nossa equipa de futebol profissional, a visita da comitiva da JFA foi importante em vias manter a relação entre a nossa sociedade desportiva e a federação nipónica, preservando e fazendo crescer uma importante ligação para o futuro.

 

Visivelmente impressionados com a ilha e com o clube, agradecemos, em nome da nossa instituição, ao selecionador japonês Hajime Moriyasu bem como os dirigentes Naoki Tsumura e Yuya Takaji pela visita à ilha de São Miguel e ao arquipélago dos Açores, vincando o desejo de fomentar a ligação entre o nosso clube e o órgão máximo na tutela do futebol japonês.

«Estes jogadores merecem o apoio dos açorianos»

«Estes jogadores trabalham muito bem diariamente e merecem o apoio dos açorianos e adeptos do nosso clube»

 

Mário Silva apelou a que os Bravos Açorianos se mobilizem ao Estádio de São Miguel na segunda-feira.

 

O treinador do CD Santa Clara marcou presença na sala de imprensa do Estádio de São Miguel, perspetivando o duelo frente ao Portimonense SC, respetivo à 23ª jornada da Liga. Mário Silva revela que, no imediato, o objetivo único dos açorianos é «voltar às vitórias», depois dos resultados obtidos em Barcelos e Lisboa, frente a Gil Vicente FC e SL Benfica, respetivamente.

 

«Nem devíamos ter saído delas [das vitórias]», começou por referir o técnico. «Temos feito de tudo para vencer. Face às circunstâncias nos últimos 2 jogos só conseguimos 1 ponto e temos ambição de querer mais. Agora, perante os nossos adeptos, na nossa casa, queremos regressar às vitórias e queremos que nos apoiem. Estes jogadores trabalham muito bem diariamente e, por isso, merecem o apoio dos açorianos e adeptos do nosso clube. Temos a certeza que temos um jogo difícil pela frente. Em todos os jogos que temos visto, entre outras equipas, há muito equilíbrio. Muitas vezes equipas empatam e perdem jogos e é injusto e fizeram por mais. Em Barcelos merecíamos mais e na Luz acredito que merecíamos, também, mais. Temos de estar a um nível alto, a Liga assim o exige. O Portimonense é uma equipa com jogadores muito versáteis, com plantel formado à imagem do treinador e com dinâmicas consolidadas. É uma equipa muito perigosa a jogar fora de casa», fez referência Mário Silva.

 

«Ultimamente temos tido um bom desempenho e queremos continuar a sustentabilidade a nível exibicional. Sabemos que precisamos de pontos, todas as equipas lutam muito por pontos. O ponto está caro, como se costuma dizer. Queremos vencer neste jogo em nossa casa, sabendo que vai ser difícil e que vamos ter que ser um Santa Clara à imagem da equipa forte, concentrada, comprometida. Com a atitude que temos demonstrado nos últimos jogos dá-nos confiança em pensar vencer o jogo», refere o treinador dos insulares, enfatizando que é necessário uma equipa forte para levar de vencido o conjunto algarvio, orientado por Paulo Sérgio.

 

Fazendo menção que é uma equipa «robusta», bem como forte no «momento ofensivo» e na «transição defesa-ataque», Mário Silva não espera facilidades na próxima segunda-feira e relativizou a ideia de que os últimos resultados do Portimonense, menos positivos, possam trazer facilidades no duelo da 23ª jornada do campeonato. Mário Silva fala numa equipa que «gosta de jogar» e que vai «criar dificuldades» ao Santa Clara, que tem 4 vitórias nos últimos 5 jogos realizados no Estádio de São Miguel.

 

Face ao regresso de Lincoln e Cryzan às possíveis opções, eles que cumpriram castigo no Estádio da Luz, Mário Silva fala num plantel extremamente completo e que teve, inclusive, «dores de cabeça» a fazer a convocatória: «Nunca escondi que são jogadores importantes e não o vou fazer agora. Mas temos um plantel com opções, algo que disse antes do jogo do Benfica, e fomos igualmente competentes. Não gosto muito de individualizar e falar em nomes, e neste momento, com a disponibilidade que temos em relação em jogadores do plantel, tive de lançar a nossa lista de convocados há pouco e tivemos muitas dores de cabeça. Sabemos que temos de tomar opções, mas sabemos que temos um plantel que é capaz de dar boas respostas. Vamos ser sempre uma equipa na verdadeira acessão da palavra.»

 

«A resposta que a equipa deu em termos de jogo, compromisso e atitude, faz-nos acreditar que, mesmo os resultados não sejam o que desejamos, não perdemos capacidade e é isso que sinceramente sinto em relação à nossa equipa. Queríamos outros resultados nos últimos 2 jogos, mas sinto que esses resultados, emocionalmente, não são suficiente para a equipa quebrar. Demos uma excelente resposta a vários níveis. Senti a equipa muito motivada emocionalmente e forte.»

 

O Santa Clara entra em campo às 19h15 da próxima segunda-feira, medindo forças frente ao Portimonense no embate que fecha a 23ª jornada da Liga Portugal bwin.

 

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