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SC Braga – CD Santa Clara

Bravos Açorianos até ao último segundo

 

O CD Santa Clara perdeu diante do SC Braga e viu-se arredado da Taça de Portugal. A equipa transfigurou-se no segundo tempo e um golo (tardio) ainda deu esperanças à equipa. Para a história fica a melhor participação de sempre na prova.

 

O CD Santa Clara não conseguiu passar na Taça de Portugal, no segundo duelo da época diante do SC Braga. Os primeiros vinte minutos de jogo foram exímios, do ponto de vista defensivo, embora não tivessem sido suficientes para conter o ímpeto ofensivo dos minhotos. O Braga acercou-se da baliza à guarda de André Ferreira e, à passagem do minuto 25, inaugurava o marcador. A equipa tentou reagir embora sem grande acerto ofensivo. Já na ponta final do primeiro tempo, novo golo caseiro na partida. O resultado ao intervalo era um espelho de alguma letargia evidenciada pela equipa.

 

No segundo tempo, um novo CD Santa Clara surgiu em campo. Com a entrada de Cryzan e Carlos Jr., o jogo ficou mais agitado e a equipa passou a aproveitar de forma mais eficiente e declarada os espaços que a equipa bracarense ia oferecendo nas costas da sua defesa. Depois de uma fase de adaptação ao novo sistema de jogo, a equipa correspondeu. A intensidade imprimida no jogo ganhou novo ímpeto com a entrada de homens para o ataque e os últimos vinte minutos da equipa foram bem próximos do nível a que os açorianos já nos habituaram. Cryzan, primeiro ameaçou e, no suspiro final do jogo, estreou-se a marcar esta temporada pelo CD Santa Clara.

O golo tardio não serviu para evitar a eliminação na prova e terminar com o sonho de uma região. Para a história fica a melhor prestação de sempre do clube na Taça de Portugal.

 

DESTAQUES

 

 

Cryzan- O brasileiro vem num crescendo de forma assinalável. Depois de contribuir com assistências para golo, hoje estreou-se a marcar na temporada.

 

 

Hidemasa Morita-  O japonês continua a espalhar qualidade pelos relvados em Portugal. Fez mais um jogo bastante assertivo e, desta feita, contribuiu como uma assistência para jogo.

 

 

André Ferreira- Sofreu dois golos mas nem por isso deixou de ter uma boa prestação no jogo. Demonstrou segurança e tranquilidade.

CD Santa Clara – Belenenses SAD

Aí está a prenda

 

Daniel Ramos tinha prometido a vitória aos açorianos e a equipa correspondeu. Vitória esforçada e carimbada com suor mas tremenda justiça. Com a conquista dos três pontos a equipa iguala a melhor primeira volta de sempre da história do clube no principal escalão do futebol português.

 

Em semana de centenário a equipa correspondeu ao apelo deixado pelo mister Daniel Ramos.  Com uma estratégia diferente da habitual, a equipa foi mais pragmática na procura pela baliza adversária e simplificou bastante os processos perante uma Belenenses SAD muito fechada defensivamente. Depois de uma boa jogada coletiva, surge Cryzan a desatar o nó que se antevia incómodo para os açorianos. Na sequência de uma grande penalidade o brasileiro estreou-se a marcar nesta edição do campeonato, dando sequência ao golo apontado diante do SC Braga para a Taça. Depois do golo, de forma propositada, a equipa baixou linhas e concedeu mais bola ao adversário. O que é certo é que foram quase nulas as oportunidades da equipa visitante.

 

No segundo tempo, mais do mesmo. A Belenenses SAD assumia as despesas do jogo e o CD Santa Clara procurava sair para o ataque através de transições rápidas, fazendo uso das caraterísticas de Carlos Jr e Allano, que procuravam a profundidade nas costas da defensiva da equipa de Belém. Allano deixou um aviso com um chapéu de abas largas mas a equipa acabou por baixar a intensidade no jogo. Cryzan, o jogador que mais se evidenciou na partida, depois de uma segunda parte cinzenta e com poucas oportunidades de parte a parte, deu nas vistas com um remate de letra sensacional e que daria um golo de belo efeito. Quando o jogo já se encaminhava para o final, em mais uma jogada de contra ataque, surge o golo. Jean Patric aproveitou os espaços concedidos por um adversário demasiado balanceado para a frente, cruzou para a pequena área e Diogo Calila, tentando cortar a bola, acabou por atirar contra a sua própria baliza. Regresso às vitórias importante e que carimba uma das melhores primeiras voltas de sempre da história do CD Santa Clara.

DESTAQUES

 

 

Cryzan- O brasileiro fez uma exibição de encher o olho. Voltou a marcar e protagonizou momentos de belo efeito. Se aquele remate de letra entra…

 

 

Mikel- O venezuelano não sabe jogar mal. Fez mais uma exibição de encher o olho e evidenciou toda a sua qualidade com a bola nos pés.

 

 

Rafa Ramos- Rafa encarna o espírito do verdadeiro bravo açoriano. Competente e aguerrido a defender e a atacar sempre com vertigem e acerto.

Quem foi o melhor em campo diante da Belenenses SAD?

  • Cryzan (56%)
  • Rafa Ramos (32%)
  • Mikel (12%)

Total de Votos: 100

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SC Farense – CD Santa Clara

Crença Açoriana!

 

Crença, alma e muita intensidade foram a base de mais uma exibição que comprova a qualidade destes bravos açorianos. O CD Santa Clara somou um ponto numa deslocação difícil ao Algarve e garantiu a melhor classificação de sempre de uma primeira volta na Primeira Liga.

 

 

Foi num ritmo frenético que se disputou a primeira parte da contenda. Jogo bastante animado, de parada e resposta e com as duas equipas a procurarem inaugurar o marcador. Depois de um primeiro aviso do Farense, Lincoln respondeu, atirando à barra da baliza algarvia depois de um cruzamento de aba larga. Com o passar do primeiro tempo, a entrada impetuosa e acutilante da equipa deu lugar a algum desgaste físico, natural nesta fase de calendário preenchido. O Farense aproveitou e inaugurou o marcador, dando vantagem, ao intervalo, à equipa de Faro.

 

No segundo tempo a mudança foi substancial. A equipa recarregou energias, corrigiu alguns posicionamentos e voltou a ser acutilante, agressiva e vertical no ataque à baliza adversária somando várias oportunidades de perigo, principalmente através do trio da frente e de um Lincoln que se começava a soltar das amarras impostas pelo adversário. Depois de algumas ameaças, Carlos voltou a desequilibrar, desta feita com efeitos práticos no marcador. Depois de uma jogada individual, Carlos Jr ganha uma grande penalidade, convertendo-a posteriormente e igualando o marcador. O Farense respondeu ao  golo do empate e o equilíbrio voltou a ser nota dominante.  O Farense somou várias aproximações perigosas junto da baliza açoriana mas Marco segurou o empate com duas defesas soberbas. Do lado açoriano, Nené esteve bastante próximo do golo.

 

O empate garante a melhor classificação de sempre do CD Santa Clara, no final da primeira volta, no principal escalão do futebol português. Um registo que releva a prestação da equipa nas primeiras 17 jornadas do campeonato. Faltam outras tantas e estamos com a mesma vontade e ambição em fazer história.

DESTAQUES

 

 

Carlos Jr-  De jornada em jornada, o brasileiro tem-se vindo a afirmar. Ganhou a grande penalidade que viria ele próprio a marcar e, quase no final do jogo, colocou Nené na cara do golo.

 

 

Marco-  O guarda-redes segurou a equipa e, consequentemente, o empate depois de um par de defesas soberbas. Não menos importantes foram as reposições de bola na partida, colocando a bola eximiamente no local pretendido.

 

 

Morita- Continua a ser uma agradável surpresa na equipa. Sempre em alta rotação, garantiu o equilíbrio necessário no miolo do terreno.

Quem foi o melhor jogador em campo diante do Farense?

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CS Marítimo – CD Santa Clara

Reviravolta histórica!

 

O CD Santa Clara somou a primeira vitória da sua história diante do CS Marítimo, a jogar na condição de visitante. A equipa até esteve a perder na partida mas uma reação contundente valeu uma reviravolta que se revelou verdadeiramente histórica.

 

A primeira parte da partida entre CS Marítimo e CD Santa Clara contou com poucos motivos de interesse. Jogo intenso, disputado e bastante batalhado a meio campo mas com poucas oportunidades de parte a parte, exceção feita a Cryzan que, logo a abrir, ameaçou a baliza madeirense. A equipa liderada por Daniel Ramos procurava pressionar alto, dificultando a saída de jogo adversária e o Marítimo respondia na mesma moeda, procurando condicionar o CD Santa Clara. Portanto, duelo de forças que resultou num justo empate a zero no final do primeiro tempo.

 

No segundo tempo o Marítimo mostrou outra predisposição para atacar e foi mais contundente na busca pelo golo. A equipa, procurando salvaguardar a sua baliza, desceu linhas e acabou por conceder espaços indesejados que viriam ser aproveitados, mais tarde. Na sequência de uma disputa na pequena área, o CS Marítimo beneficiou de uma grande penalidade, convertendo-a e inaugurando o marcador. A partir daí, o jogo mudou por completo. A reação da equipa foi quase imediata e, após o golo sofrido, mudança drástica na busca pelo golo. O CD Santa Clara passou a acercar-se ainda mais da baliza à guarda de Caio Secco depois das substituições operadas por Daniel Ramos e foi sem grande surpresa que surgiu o empate. Primeiro, Carlos assiste Cryzan que só precisou de encostar perante a baliza deserta dos insulares. Depois, e atestando a boa resposta da equipa, novamente Carlos, num remate cruzado, quase sem ângulo, a colocar o ponto final no jogo.

 

Para a história fica mais uma vitória inédita e uma reviravolta que comprova o espírito e a atitude de uma equipa que tem no ADN a bravura açoriana.

DESTAQUES

 

 

Carlos- O brasileiro prossegue num alucinante ritmo na Liga NOS. Voltou a assistir e marcou mais um golo. Para além disso, foi um dos que mais desequilibrou na partida.

 

 

Cryzan- Entendeu-se às mil maravilhas com Carlos Jr. Fez aquilo que se pede a um ponta de lança, segurou a equipa e voltou a marcar.

 

 

Lincoln- Na primeira parte, nas costas do avançado, destacou-se pela sua atitude voluntariosa a pressionar e ajudar a equipa. Quando baixou no terreno, teve mais bola e assumiu a batuta do jogo ofensivo da equipa.

CD Santa Clara – SC Braga

Tanta atitude merecia, pelo menos, um ponto

 

O CD Santa Clara regressou aos jogos em casa mas não conseguiu garantir um bom resultado. Na primeira parte a equipa, até à primeira meia hora, a equipa evidenciou dificuldades no ataque à baliza. Na segunda, o CD Santa Clara foi acutilante na procura pelo golo, encostou o SC Braga às cordas mas pecou no capítulo da decisão.

 

Daniel Ramos fez duas mexidas em relação ao onze que iniciou o último jogo diante do CS Marítimo. Ukra e Shahryiar substituiram Salomão e Cryzan no lote de titulares. O primeiro golo do jogo surgiu logo nos primeiros minutos, quando as equipas se encontravam a estudar-se mutuamente, o que teve natural peso para o desfecho final do jogo. O SC Braga com a vantagem nunca se expôs em demasia, enquanto que o CD Santa Clara corria atrás do prejuízo. As reações que se seguiram ao golo foram quase sempre tímidas até à passagem da primeira meia hora do jogo. A partir daí, a equipa arriscou mais, assumiu o jogo e procurou incessantemente pelo golo.

 

Na segunda metade do jogo, a toada manteve-se e o CD Santa Clara encostou às cordas os minhotos durante largos minutos. Foram várias as aproximações à baliza de Matheus mas a equipa pecou, invariavelmente, no capítulo da decisão. Tentando tirar partido do vento que se fazia sentir e que tinha natural interferência no jogo, a equipa procurava forçar o SC Braga a defender mais baixo e isso aconteceu. Carlos Jr. ameaçou primeiro e, com o passar do tempo, foram vários os lances de bola parada junto da baliza adversária.  Atitude, esforço e compromisso não faltaram mas a equipa não foi bafejada pela sorte do jogo, acabando por perder três pontos. Resta agora levantar a cabeça e procurar reaver os pontos perdidos já na próxima jornada, fora de casa, diante do Gil Vicente.

 

Os primeiros minutos de jogo mostraram um CD Santa Clara organizado e a tentar responder à maior assertividade do SC Braga através das transições. Quando a equipa já tinha encontrado tranquilidade no jogo, o SC Braga beneficia de uma grande penalidade que seria cobrada de forma exímia por Trincão. A equipa não tardou em responder e foi somando várias oportunidades de perigo junto da baliza de Matheus. Numa dessas oportunidades, o CD Santa Clara empataria a partida. Jogada de Zaidu, hoje a extremo, na ala esquerda a cruzar de forma milimétrica para uma obra de arte de Thiago Santana. O brasileiro recebe orientado, olha para a baliza e desfere um um pujante pontapé que só iria parar na baliza adversária. Depois do golo, mais CD Santa Clara mas Matheus, primeiro e os postes da baliza evitaram a reviravolta no marcador.

 

Na segunda parte,  o CD Santa Clara entrou, novamente, bastante organizado no jogo diante de um SC Braga que não conseguia ligar o seu jogo. Totalmente contra a corrente do jogo, o SC Braga chega de novo ao empate através de Trincão. Mas Santana disse, novamente, ‘presente’. O brasileiro viria a ganhar uma grande penalidade frente a Raúl Silva, expulsando o central bracarense e, na conversão da marca dos onze metros, bisou na partida. O CD Santa Clara, depois do golo, voltou a estar por cima. Esta superioridade na partida viria a culminar no terceiro golo. Lincoln recupera uma bola perdida e serve de bandeja Carlos Jr. que, na frente de Matheus, atirou a contar. Vitória importantíssima para a equipa que mais fez por merecer.

DESTAQUES

 

 

Rafa Ramos- A capacidade física do lateral direito foi surpreendente. Esteve o jogo em constantes vaivéns, ora defendendo o lado direito da defesa, ora procurando a baliza adversária.

 

Morita- O japonês não sabe mesmo jogar mal. Foi um dos elementos mais clarividentes da equipa e, apesar da forte marcação a que foi sujeito, procurou sempre assumir o jogo e levar a equipa para o ataque.

 

 

Lincoln- Depois de baixar no terreno e de procurar mais a bola, Lincoln foi mais consistente e ajudou a equipa a balancear-se no ataque.

Quem foi o melhor jogador em campo diante do SC Braga?

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Gil Vicente FC – CD Santa Clara

Não nos vergamos!

 

A atitude, a garra e o esforço de um grupo de bravos açorianos durante 90 minutos viram-se esfumar com a marcação de uma grande penalidade, no mínimo, duvidosa.

 

A vontade de vencer ficou patenteada logo nos primeiros minutos de jogo. Aliás, o CD Santa Clara, numa fase ainda embrionária da contenda somou, pelo menos, duas oportunidades bastante flagrantes, uma delas com a bola a beijar o poste da baliza gilista. Daniel Ramos apontou esta como uma das melhores primeiras partes da equipa nesta edição da Liga NOS.  Fora de casa, o CD Santa Clara tinha mais posse de bola, atacava mais e assumia as despesas do jogo perante um Gil Vicente passivo e que procurava responder através de investidas em transições. Ao intervalo, o nulo não premiava o CD Santa Clara, principalmente depois das oportunidades criadas.

 

No segundo tempo, fruto da intensidade que a equipa havia imprimido na primeira metade da partida, o ritmo baixou e o CD Santa Clara tentou jogar mais na expetativa. Ainda assim, pouco há a registar durante quase a totalidade dos noventa minutos. O Gil Vicente adensou a pressão à baliza adversária, assumindo mais a bola e procurando alvejar a baliza de Marco Pereira, ainda que sem grande sucesso. Quando as duas equipas já se preparavam para amealhar um ponto, houve lugar à marcação de uma grande penalidade que levantou grandes dúvidas e que foi preponderante para o resultado final.

DESTAQUES

 

 

Fábio Cardoso- O capitão fez mais uma exibição irrepreensível. Limpou tudo pelos ares e trouxe qualidade na construção dos ataques da equipa.

 

 

Anderson Carvalho- O médio brasileiro foi uma autêntica formiguinha de trabalho. Para além disso, trouxe clarividência ao miolo do terreno.

 

 

Morita- Não engana. Para além da capacidade de trabalho, emprestou qualidade ofensiva ao jogo da equipa.

CD Santa Clara – FC Paços de Ferreira

Sintonia Perfeita

 

No regresso do público ao estádio, o CD Santa Clara rubricou uma das melhores exibições da época. Grandes golos, momentos de pura magia, muita atitude, baliza a zeros e uma vontade enorme em poder retribuir o apoio do povo açoriano.

 

O povo açoriano não podia pedir melhor exibição neste regresso ao Estádio de São Miguel. Os adeptos corresponderam ao apelo do mister e a equipa fez o resto. Logo a abrir, Allano, num remate do meio da rua, inaugura o marcador, dificultando a estratégia traçada pelo Paços Ferreira. Apesar do golo, a equipa não baixou o ritmo e continuou numa incessante busca pela posse de bola, tentando ganhar ao adversário nas divididas.  Na frente, samba brasileiro com um toque nipónico. Morita assumia a batuta do jogo distribuindo a bola para os virtuosos da equipa: Allano, Cryzan, Lincoln e Carlos Jr. Ora, a inquestionável qualidade na frente viria a dar novos frutos. Cryzan, após ter falhado a concretização de uma grande penalidade, não falhou na recarga, dilatando a vantagem da equipa no marcador.

 

De regresso após o intervalo, nova entrada enérgica e esclarecedora. Este CD Santa Clara não estava satisfeito com os dois golos de vantagem e queria novo golo para assegurar a tranquilidade na partida diante de um adversário que tem sido uma das melhores equipas da prova. E assim foi. Novamente com os homens da frente em destaque, servidos pelo inesgotável Morita, o CD Santa Clara voltou a causar mossa na defensiva dos castores. Numa grande jogada coletiva, num venenoso contra golpe, a equipa fecha as contas do jogo para gáudio das bancadas que voltavam a vibrar com a equipa. Até final, o FC Paços Ferreira procurou aproximações à baliza de Marco mas escassearam as oportunidades de real perigo. Vitória justíssima dos bravos açorianos numa tarde feliz para a Região e para o futebol.

DESTAQUES

 

 

Morita- O japonês não sabe mesmo jogar mal. Esteve em todo o lado, espalhando perfume com os seus passes teleguiados e com a sua visão de jogo.

 

 

Allano- O extremo brasileiro marcou e deu a marcar. Foi um autêntico quebra cabeças para a defensiva adversária.

 

 

Cryzan- Voltou aos golos e deu várias pinceladas de classe durante o jogo.

Quem foi o melhor jogador em campo diante do FC Paços Ferreira?

  • Morita (100%)
  • Allano (0%)
  • Cryzan (0%)

Total de Votos: 1

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Sporting CP – CD Santa Clara

Tanta personalidade não merecia tamanho azar

 

O CD Santa Clara entrou e permaneceu personalizado até final. Olhos nos olhos do líder do campeonato, a equipa controlou bem todas as investidas dos leões que pouco incomodaram Marco Pereira durante os 90 minutos. No suspiro final do jogo, o azar bateu a porta e evitou a conquista de um ponto mais do que justificado.

 

Linhas subidas, equipa sem medo de ter a bola, ousada na construção e procurando provocar desequilíbrios no adversário através da irreverência dos homens da frente. Foi assim que o CD Santa Clara se apresentou em campo, fazendo jus ao epíteto de bravos açorianos. A equipa não se atemorizou diante do líder do campeonato e não foram raras as vezes em que a equipa se balanceava para o ataque, obrigando os leões a baixarem linhas, defendendo próximo da sua baliza. Numa das várias tentativas em sair a jogar, o Sporting CP aproveitou e inaugurou o marcador, corria o minuto 22. O golo acabaria por provocar uma quebra na produção ofensiva da equipa. Apesar de pouco inspirada, a equipa assumiu a partida, tentando chegar à baliza de um adversário que imprimia um ritmo baixo na partida.

 

No segundo tempo, novamente, mais Santa Clara no jogo. Mais aproximações, mais combinações pelo meio-campo e os homens da frente finalmente se soltavam. Nesta altura e, durante a quase totalidade desta segunda metade do jogo, o Sporting optava por baixar linhas, entregando a batuta do jogo à equipa que fazia por merecer. Morita e Lincoln, principalmente, agarravam no jogo ofensivo da equipa, entregando nos irreverentes e verticais avançados da equipa, Allano e Carlos Jr. Mesmo com o Sporting CP a tapar todos os caminhos para a sua baliza, não houve nunca um baixar de braços. Prova viva é que o golo do empate acabaria por chegar. Rui Costa, homem que entrou para substituir o lesionado Cryzan, aproveita uma bola perdida na pequena área leonina e atirou a contar para o empate, naquela que foi a estreia do avançado a marcar com a camisola do clube.

 

Com o jogo perfeitamente controlado, eis que surge um verdadeiro balde de água fria para os bravos açorianos. Num lance fortuito, o Sporting acabaria por chegar ao golo da vantagem. A atitude da equipa, a exibição personalizada, confiante e abnegada mereciam bem mais. O ponto era mais do que justificado e servia como justo prémio para a equipa que mais trabalhou durante a contenda. Resta-nos agora levantar a cabeça e preparar a próxima batalha no nosso reduto.

DESTAQUES

 

 

Lincoln- O brasileiro assumiu o papel de organizador de jogo. Desceu várias vezes no terreno para fazer jogar a equipa.

 

 

Morita- Incansável, sempre disponível tanto para atacar como para defender. Uma autêntica formiguinha de trabalho.

 

 

Rui Costa- Confirmou os pergaminhos de goleador que lhe eram atribuídos. Um vagabundo na busca pela profundidade, um matador na hora de finalizar.

Quem foi o melhor jogador em campo diante do Sporting CP?

  • Lincoln (67%)
  • Morita (33%)
  • Rui Costa (0%)

Total de Votos: 3

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CD Santa Clara – Portimonense SC

Efeito talismã

 

O CD Santa Clara soma e segue no campeonato. Diante do Portimonense a equipa somou o segundo triunfo consecutivo caseiro, ascendendo ao sétimo lugar da prova. Os adeptos voltaram a ser uma importante ‘vitamina’ para o grupo.

Segundo jogo caseiro com público e segunda vitória. O regresso do público ao Estádio tem feito bem à equipa e prova disso foi o futebol praticado no primeiro tempo, principalmente na primeira meia hora de jogo. Futebol ao primeiro toque, verticalidade, raça, agressividade e muita vontade de alvejar a baliza contrária. Morita, Lincoln, Carlos Jr., Allano e Rui Costa espalhavam magia e classe, sustentados mais atrás por um Nené incansável e, invariavelmente, bem posicionado. O golo era uma questão de tempo e surge depois de uma bela jogada da equipa, à passagem do minuto 13, no caso um minuto de sorte. Allano dispara forte em direção à baliza algarvia e Rui Costa, na recarga, com a matreirice, apanágio dos grandes pontas de lança, abria o ativo, empurrando para a baliza de Samuel. A equipa não baixou o ritmo, procurando dilatar a vantagem e a verdade é que se somaram várias oportunidades perigosas que podiam ter sido convertidas. Do lado adversário, pouco trabalho para Marco.

 

No regresso dos balneários a equipa procurou, novamente, a baliza adversária tentando encerrar o capítulo do jogo mas o Portimonense queria, igualmente, deixar outra imagem no jogo depois de uma primeira parte amorfa. A equipa de Paulo Sérgio reagiu, procurou assumir as despesas do jogo e o CD Santa Clara, pragmaticamente, baixou linhas, controlando as incidências da partida, sem nunca deixar de olhar para a baliza adversária. A equipa sem bola mostrava a competência do costume, não concedendo espaços e fazendo uso da agressividade- no bom sentido do termo- e da inteligência na ocupação de espaços para fazer face à reação algarvia. As transições rápidas com Carlos Jr e Allano à cabeça passaram a fazer parte do cardápio ofensivo da equipa e, quando as equipas já se preparavam para o final do jogo, eis que surge o ponto final. Ukra, em contra golpe, vê Carlos Jr desmarcado, servindo-lhe para o 2-o final.

 

Com este resultado a equipa sobe ao sétimo posto com 31 pontos que asseguram alguma tranquilidade e que são espelho da boa temporada que tem sido rubricada pelos bravos açorianos. O próximo jogo é, novamente, em casa, no próximo Sábado, diante do CD Tondela.

 

DESTAQUES

 

 

Carlos Jr- O ala tem-se assumido o verdadeiro artilheiro da equipa. Marcou o sétimo golo na prova e mostrou que é letal na hora da finalização.

 

 

Lincoln- O brasileiro voltou a encher o campo. Para além do virtuosismo e capacidade técnica, juntou-lhe abnegação e agressividade. Está um jogador mais completo e a equipa tem beneficiado com isso.

 

Allano- Desconcertante, veloz, virtuoso. São três adjetivos para caraterizar o jogo do ala. Assume-se como pedra fundamental no jogo ofensivo da equipa, oferecendo uma miríade de soluções.

CD Santa Clara – CD Tondela

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